9 de nov. de 2008

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Ricardo Pacheco deixa o cargo para assumir a Superintendência da Guarda carioca - Foto: Arquivo / Leonardo Fonseca


Com a anunciada saída do comandante do 12º BPM (Niterói), tenente-coronel Ricardo Pacheco, que assumirá a Superintendência da Guarda Municipal do Rio, encerra-se um ciclo em Niterói. A partir de janeiro, outro oficial assumirá o compromisso de atenuar a crise na segurança pública pela qual vive o município. Pacheco assumiu o cargo em dezembro do ano passado, em substituição ao tenente-coronel Nilton José Rosestolato. Nesses 11 meses, a cidade passou por um período crítico. A tranqüilidade foi abalada por diversos casos de violência, que incluem arrastões em importantes vias, assaltos em condomínios de classe média e assassinatos. Os moradores da cidade com o terceiro melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País viveram dias difíceis. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública, o número de registros de ocorrência na região passou de 18.679 no primeiro semestre de 2007 para 19.342 no mesmo período deste ano. O crime que mais subiu foi latrocínio (roubo seguido de morte), passando de três para 12 casos — quatro vezes mais.

Seqüestros relâmpago

Em agosto, uma mulher de 40 anos sofreu um seqüestro-relâmpago, por volta das 20 horas, em Itaipu. Dois homens interceptaram o Meriva preto da técnica em enfermagem na Avenida Central, na altura do posto de gasolina Ale. Ela contou na delegacia que foi obrigada a dirigir para os bandidos até o Rio, onde precisou entrar em diversas favelas, como a da Mangueira, na Zona Norte. A moradora de São Gonçalo foi libertada, por volta das 5 horas do dia seguinte, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. De acordo com ela, os homens não levaram o carro, somente dois cartões de crédito, R$ 45 em dinheiro e um celular. O caso foi registrado na 81ª DP (Itaipu).

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